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j. correia lino

jc.lino@sapo.pt

O Autor

J. Correia Lino nasceu e estudou em Santarém, onde terminou o curso de regentes agrícolas, na actual, escola superior agrária. A incorporação no exército português, 1972, cortou-lhe na altura a possibilidade de prosseguir a carreira académica, a caminho duma natural licenciatura.

 

Já no exército, e inexplicavelmente para ele, foi enviado para Angola como aluno, para aí frequentar um curso de Comandos que ao ser concluído viajou como operacional para fazer a guerra em Moçambique, voltando posteriormente a Angola onde terminou a comissão, regressando a Portugal em Dezembro de 1974.

 

Chegado a Portugal, o desânimo (?) no após guerra foi tão grande que, colocou de parte quase tudo que gostava de fazer enquanto rapaz, escrever incluído, coisa que fazia amiúde.

 

Durante a sua actividade profissional, engenharia de produção animal, trabalhou para empresas de capital americano, espanhol e actualmente holandês, só em 2005 conseguiu concentrar-se para colocar no papel, "A Flor do Capim", algumas das suas vivências enquanto combatente e Comando nas colónias portuguesas. Ler e escrever, estava somente reservado para situações de âmbito técnico, relacionadas com a sua actividade profissional.

 

"A flor do Capim", aparece quase como uma imposição a ele próprio, conjuntamente com a “exigência” de antigos camaradas de guerra, e aos quais foram trocadas as voltas, por pensarem que a narrativa iria só incidir nos combates travados no teatro das operações.

 

O livro “A Flor do Capim” foi produzido, inicialmente, para os personagens que dele fazem parte, toda a companhia de Comandos 20/43 ª, mais tarde para todos os Comandos que fizeram a guerra em África e a partir de 1.1.2019 para todo o público em geral.

 

"A flor do Capim" é um livro de 220 páginas e de 21 cms, que relata os episódios mais marcantes, paralelos à guerra, duma companhia de comandos no activo em Moçambique e Angola, encarado com alguns laivos de humor.

 

J. Correia Lino acabou, Novembro 2018, de escrever um romance, O Miliciano, também baseado em factos reais; antes, durante e depois da guerra, mas escrito como se de ficção se tratasse. Agora só resta saber se haverá algum editor que tenha a coragem, primeiro tentar ler ou mandar ler, para depois aceitar a obra de um desconhecido.